quinta-feira, 16 de julho de 2009

Verdade e Grandeza


Não precisa ter o que escrever. Não precisa saber nada. Precisa acender o fogo. Acender a pira. Precisa e imprecisa. Forte e fraca. Intensa e fraca. Pira!

Dois num sofá. Hoje. Dois em poltronas. Num tubo. Amanhã. Depois, o sol. Agora, o frio. Depois, o desconhecido. Agora, o reconhecido, o comum. O clássico. O acrópole lá. O quase, aqui. Quero ver no que vai dar. No que vai rolar. No que vai, o mar, a ilha, as cíclades. Mais disso, muito mais disso. Fechar o olho aqui, e abrir ali. O que você vai ver, vai ler. Pirandelo. Piragráfico. Piralógico. Piracófano. Piraléxico. Pô. No Tahiti. No Havaí. No Itacorubi. Nu.

E a Turquia? Ainda mais um pouco, depois. Nada nu. Muito cru. Onde isso vai dar? Vai dar no Leste. Nos oriente. Nos aceite. Nus. (De novo...). Tá.

Pira! Logo, existo. Com exclamação. Que é pra dar ênfase. (Vida sem ênfase não, né). Bem pirandinho. Vai, vai, vai. Bósforo. E vai, vai, asiando. Até ali. A travessia. Atavessa a carne, o fôlego. A ignorância Pirandolés... Para ir: paris. Para a íris. Pára, então. Ah, é? Não pararemos. Continuaremos. Pira! Paris! Paraná! Panamá!

Minha alma tem parceria. Minha cabeça tem caloria. Minha mente tem filosofia. Meu destino tem Priscillia... Minha pele tem Martinia. Minha mão tem teu pelinho. Fico. Não vou. Vou, não fico. Faço. Como. Bebo. Te amo. Pira! Tem nome essa coisa. Pira! E sabe como é. Cíclades, Mesquita Azul, Marais. Vai, vai, vai. Um nome, um nome, decore. Ai, ai, ai. Pira!

Quando você passa três, quatro dias desaparecida, eu me queimo (pira!) num fogo louco de paixão. Ou você faz de mim um escrevedor de blogspira, ou escrevo mais um pouquinho pra só dizer que já cheguei lá sem ter ido, com autorelevo no teu coração. Vai, vai, vai...

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